Trofeu Navalha de Ouro - Audio R8 , BMW S6




Na Costa Mesa na Califórnia, um Audi R8 vermelho bateu na traseira de um Range Rover (que não aparece nas fotos), e na sequência, uma BMW serie 6 que ficou com inveja resolveu bater tambem.

Volkswagen Jetta Variant 2010



O novo carro da Volkswagen tem motor tem 2.5 de 170 cavalos, com câmbio automático de seis marchas. Baseado em uma das gerações do Golf, tem a frente igual à do carro europeu e seu interior também está modernizado, com novidades no painel, novas saídas de ar-condicionado, além do volante, que é igual ao do Passat CC.

Curiosidade: O motor 2.5 de 5 cilindros do Jetta é, segundo a Volks, baseado no V10 5.0 de 500cv do Lamborghini Gallardo.

Carros do Cinema - Ford Falcon (Interceptor, Mad Max)


Sinopse - Em um futuro não muito distante e pós apocalíptico, o deserto australiano vive dias de caos onde gangues de motociclistas disputam o poder e aterrorizam a população por um pouco de gasolina. Em meio a essa guerra, Max Rockatansky (Mel Gibson), um policial que perde de forma trágica seu parceiro percebe ter que se preparar para proteger não somente a sua família, mas também a si mesmo.

Em 1976, os cineastas Byron Kennedy e George Miller começaram a pré-produção de Mad Max. Eles precisavam de um veículo para aparecer no filme como o "Interceptor" - um carro policial australiano de alta performance e cara de mal. Isso ficou por conta de Murray Smith, que tinha a tarefa de criar um carro com o aspecto que os criadores queriam. Optou-se em usar um Ford Falcom XB GT, de fabricação Australiana, que foi produzido de Dezembro de 1973 até Agosto de 1976 naquele país.

Em seguida, Murray, juntamente com Peter Arcadipane, Beckerley Ray, e vários outros, começaram a modificar o carro para o que era necessário para o filme. A principal modificação é, sem dúvidas, a parte dianteira em cunha e o supercharger projetando-se através do capô (que era só visual). Como o orçamento para produzir o filme era muito pequeno, apenas um Interceptor foi feito para o primeiro Mad Max e reutilizado no Mad Max II.

Motor: V8 Supercharger e nitro, 5.8 litros, 600hp de potência.


Novo Uno

Das versões que já estão à venda, a mais básica, chamada Vivace, sai de fábrica equipada com o novo motor 1.0 Fire. Conhecido por EVO, o propulsor sofreu modificações para reduzir o consumo de combustível e o ruído, mas teve a potência elevada para 73 cv com gasolina e 75 cv com álcool. Na lista de equipamentos de série o único destaque é o índice de consumo de combustível, o econômetro, que já equipa as versões Economy do Mille e Palio.

Uma versão um pouco mais ‘recheada’, a Attractive, traz por R$ 31.080 o novo motor 1.4 (que também recebeu alterações mecânicas e o nome EVO) de 88 cavalos com álcool, para-choques pintados na cor da carroceria, pneus de 14 polegadas, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa de combustível, lavador e desembaçador do vidro traseiro e comando manual interno de regulagem do retrovisor.

Por representar 55% das vendas do Mille, a versão aventureira Way foi estendida para o novo Uno e é oferecida com motor 1.0, por R$ 28.490, e 1.4, por R$ 31.870. O pacote de equipamentos segue na motorização menor os itens do Vivace e na maior o pacote do Attractive.

O novo motor Fire 1.4 Evo produz potência máxima de 85 cavalos e torque de 12,4 kgfm a 3.500 rpm rodando somente com gasolina e 88 cv com torque de 12,5 kgfm a 3.500 rpm com etanol. Já o novo motor Fire 1.0 Evo gera potência máxima de 73 cv e torque máximo de 9,5 kgfm a 3.850 rpm (gasolina) e 75 cv com torque de 9,9 kgfm a 3.850 rpm (etanol).

Ford Corcel GT



Ao comprar a Willys-Overland, a Ford acabou adquirindo também um projeto desenvolvido em conjunto com a Renault francesa, que deu origem ao Corcel lançado em 1969.

Em 1971 era lançado o Corcel GT, com teto revestido de vinil, capô preto-fosco com tomada de ar, rodas esportivas, faixas pretas laterais, grade dianteira e retrovisores também pretos e faróis de longo alcance redondos. Por dentro, no console, a instrumentação era bem completa. O motor recebia carburador de duplo corpo e coletores especiais, mas o desempenho ainda era fraco. Um novo motor então passou a equipar o Corcel GT XP, sigla para extra performance ou desempenho extra. O motor passava à cilindrada de 1,4 litro e desenvolvia potência bruta de 85 cv. Fazia de 0 a 100 km/h em 17 segundos e atingia em torno de 145 km/h de velocidade máxima.

Em 1973 toda a linha ganhava nova grade, com logotipo Ford no emblema redondo ao centro, outro desenho do capô, pára-lamas e lanternas traseiras. O esportivo trazia duas faixas pretas paralelas no capô (agora sem entrada de ar) e nas laterais e faróis auxiliares de formato retangular na grade, esta também de desenho diferente. Dois anos depois, a linha recebia modificações na carroceria (frente e a traseira redesenhadas), remodelando-se também o interior.

No final de 1977 chegava às ruas o novo modelo: o Corcel II. A carroceria era totalmente nova, com linhas mais retas, modernas e bonitas. Os faróis e as lanternas traseiras, seguindo uma tendência da época, eram retangulares e envolventes. A grade possuía desenho aerodinâmico das lâminas, em que a entrada de ar era mais intensa em baixas velocidades que em altas. A versão GT se distinguia pelo volante esportivo de três raios, aro acolchoado em preto e pequeno conta-giros no painel. O motor do "esportivo" tinha 4 cv a mais, que não faziam muita diferença. Contava ainda com faróis auxiliares e pneus radiais. As rodas tinham fundo preto e sobre-aro cromado. Detalhe curioso do GT era a carroceria em dois tons, separados por um filete vermelho. A parte de cima era sempre preta, contrastando com a parte de baixo. Mas a idéia não agradou, e em 1980 a parte preta se restringia à linha inferior da carroceria, abaixo do friso da porta. O filete vermelho continuava.



O esperado motor de 1,6 litro, de melhor desempenho, e o câmbio de cinco marchas vieram em 1979. Com o novo motor chegava a 145 km/h e atingia 100 km/h em 17 segundos.

Em 1985 o Corcel recebeu algumas alterações estéticas e o motor CHT do Escort, além de perder a expressão "II" do nome. Este modelo existiu até o ano de 1986, quando foi encerrada sua produção.


Manobrista entrega Ferrari a dono errado na Austrália

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