Gasolina sem IMPOSTO!

Gasolina a R$ 1,18 o litro. É esse o preço que o consumidor brasileiro pagaria pelo combustível caso não houvesse impostos. Em São Paulo, uma promoção em um posto de combustíveis tenta conscientizar a população sobre a alta carga tributária no país, nesta terça-feira (25).

Uma fila se formou no local. Teve até que queria ir em casa buscar o outro carro para abastecer. Quem abastecia o tanque, usava um nariz de palhaço.

Para o presidente do Movimento Endireita Brasil, Ricardo Salles, “As pessoas sabem que tem bastante imposto, mas não tem ideia que é 50%", disse.

O Brasil é um dos países em que mais se paga impostos no mundo. Cada brasileiro precisa trabalhar 149 dias por ano só para pagar tributos.

O posto vendeu 6 mil litros de combustível mais barato na manhã desta terça. O mesmo protesto foi realizado em Brasília, Porto Alegre e em Belo Horizonte.

Lancia Delta S4 Stradale



Criado a partir de um carro de rally do grupo B, o Delta S4 Stradale possuía todas as características radicais do carro de corrida de que foi derivado. Isto incluiu a adoção do interessante motor de duplo estágio, que incluía tanto um compressor quanto um turbocompressor. O primeiro atuava em baixas rotações, quando o turbo ainda é pouco eficiente (turbo lag), enquanto este entrava com o motor em alta. Embora tenha sido "destunado" para andar nas ruas, este sistema catapultou a versão de rally para até 600cv e 0 a 60km/h em menos de dois segundos.

Duzentos S4 Stradales foram necessárias e construídas para homologação no Grupo B, e sem dúvida muitas foram modificadas para voltar às competições. Poucos carros permaneceram originais de fábrica, principalmente devido à remoção do restritores de ar e a mudança de alguns ajustes para dobrar a potência disponível.



Ficha técnica:

Motor: Central, 4 cilindros em linha, 4 válvulas por cilindro, 1.759cm3, superalimentado por um compressor mecânico e um turbocompressor. Potência: 250Cv; Torque: 30m.Kgf.

Transmissão: Manual de 5 marchas; tração integral.

Carroceria: Fibra de vidro e Kevlar, estrutura tubular de aço cromo-molibdênio. Peso: 1.200kg.

Freios: Discos ventilados Brembo nas 4 rodas.


Gol Vintage



Para o evento comemorativo de 30 anos do Gol no mercado brasileiro, chamado Gol Fest, a Volkswagen mostrou uma versão do modelo criada especialmente para a festa, a Vintage. De acordo com a empresa, o veículo em questão une música e design uma vez que foi construído em parceria com a Tagima, maior produtora de instrumentos musicais do país.



Conforme a VW revelou, o Gol Vintage recebeu interior revestido em couro tingido nas cores preto e branco, além de apliques na cor branca nos puxadores das portas e manopla do câmbio. O exterior do modelo seguiu a mesma linha com pintura de dois tons. A maior diferença do veículo a ser exposto no evento em relação a um modelo original, entretanto, está no sistema de amplificador instalado no porta-malas, no qual pode ser plugado uma guitarra.



Aqueles que sempre sonharam em tocar guitarra no porta-malas de seu Gol, entretanto, não devem se animar: a Volkswagen informou que o Vintage foi criado especificamente para o evento e que a série não entrará em produção.

Calibragem Correta dos Pneus

A calibragem incorreta dos pneus afeta diretamente o consumo de combustível, pois está relacionada ao arrasto produzido pela calibragem incorreta. Além disso, a calibragem incorreta, tanto para mais como para menos, provoca um desgaste irregular nos pneus

Os pneus que sofrem este desgaste irregular, além de aumentar o consumo de combustível, afetam a dirigibilidade (a direção fica mais pesada), diminuem a capacidade de frenagem, provocam o desgaste prematuro de rolamentos, amortecedores, borrachas e articulações da suspensão.

para saber a calibragem correta de seu carro verifique o manual do automovel.



Ferrari F40



Quando lançado em 1986, o 959 fez a Porsche ultrapassar a Ferrari. Mesmo descontando o abismo tecnológico que distanciava então as duas empresas, a favor da alemã, não havia Ferrari algum capaz de alcançar um 959. Nem mesmo o novíssimo e poderoso 288 GTO.

A Ferrari perdeu seu lugar de principal criador de supercarros do mundo para a Porsche, e precisavam fazer algo rapidamente. Como não seria possível se igualar à Porsche em tecnologia, a Ferrari reformulou o seu conceito de "carro de corrida para as ruas", criando um dos carros mais incríveis da história dos superesportivos: a F40.



O 40 do nome do carro vem do quadragésimo aniversário da marca, comemorado àquela época. O objetivo deste que ainda é um dos mais fabulosos carros-esporte já criados, era ir às últimas conseqüências no conceito de carro de corridas para as ruas: espartano ao extremo, leve e potente, muito potente. Deveria propiciar ao motorista uma experiência inesquecível ao volante, o que significava ruído empolgante, precisão exemplar nos comandos e controle nos limites ideal para os pilotos mais habilidosos. E, para tirar a Porsche do topo, deveria ser mais veloz do que o 959. A Ferrari criou uma carroceria leve e rígida, usando largamente resina impregnada de fibra de carbono. Dentro dele, nem mesmo tapetes decoravam o assoalho: tudo era fibra de carbono aparente, como em carros de corrida. De início, nem travas externas e vidros que sobem e descem eram oferecidos, substituídos por janelas corrediças de plástico. Dentro da porta não havia maçaneta; para abri-la puxava-se uma cordinha pendurada. Os "capôs" dianteiro e traseiro eram tão leves e frágeis que deviam ser abertos por duas pessoas, uma de cada lado. Quando abertos, deixavam expostas as entranhas do carro. A única concessão ao conforto era o ar-condicionado. Sistema de áudio, nem uma abertura vazia.

Os enormes discos de freio ventilados tinham a superfície de contato feita de ferro fundido, mas aparafusada a uma parte central de liga de alumínio, para reduzir a massa não-suspensa. Não contavam com sistema ABS e nem mesmo servofreio, para maior sensibilidade, menor complexidade e menor peso. Nenhum sistema eletrônico de controle sobre o veículo foi adotado. O motor estava em posição central-traseira e a tração era somente nas rodas traseiras. Como não poderia deixar de ser em se tratando de Ferraris, o motor era o aspecto dominante do veículo. Neste ponto, a Ferrari não ficava devendo tecnologia a ninguém. Partindo do 288 GTO, o propulsor do F40 foi todo retrabalhado. Tratava-se de um compacto V8 a 90 graus, todo de alumínio, com duplo comando nos cabeçotes e quatro válvulas por cilindro.



Livre da necessidade de competir no Grupo B da FIA, em relação ao GTO o diâmetro foi aumentado e curso reduzido, de forma que a cilindrada aumentasse de 2.855 para 2.936 cm3. As 32 válvulas eram ocas para reduzir a massa, os pistões ganhavam jatos de óleo por baixo, para refrigeração, e o virabrequim e as bielas eram reforçados. A pressão dos turbos aumentava de 0,8 kg/cm2 no GTO para 1,1 no F40. Os dois IHI refrigerados a água, iguais aos do GTO, sopravam por resfriadores de maior capacidade e contavam com um sistema de injeção bem mais sofisticado, da Weber-Marelli, seqüencial e com dois injetores por cilindro. Tudo isso para gerar 478 cv, à 7.000 rpm, e um torque de 58,8 m.kgf a 4.000 rpm: o bastante para atingir 324 km/h e acelerar de 0 a 100 em 3,8 s, de acordo com a marca.

Sua produção efetiva se iniciou em 1988, terminando de ser fabricado em 1991, sendo produzidas 1.315 unidades no total.






Trofeu Navalha de Ouro - Audio R8 , BMW S6




Na Costa Mesa na Califórnia, um Audi R8 vermelho bateu na traseira de um Range Rover (que não aparece nas fotos), e na sequência, uma BMW serie 6 que ficou com inveja resolveu bater tambem.

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